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DIVERSIFICANDO

Hoje vou variar o conteúdo. Um pouco de cada coisa.

P’ra começar uma pergunta: “Qual é o profissional que cospe, cospe no chão e depois deita em cima”. Essa é fácil, mas vai aí a resposta. É o jogador de futebol, ou seja, os porquinhos do gramado.

Facipão, acabou. Para chegar lá era a coisa mais fácil. É igual aos grandes hospitais. Você chega à portaria e eles indicam a sala do médico dizendo: “Siga a faixa azul (ou outra cor)”. Aqui era só seguir as faixas brancas das guias das sarjetas.

A infeliz menina Isabela morreu. Foi uma notícia muito triste para todos. Ou quase todos. A imprensa adorou, principalmente as TVs. Tripudiaram em cima do cadáver da coitada, mas para elas (as TVs) o que vale é o IBOPE.

Por falar em TV, existe uma lei que regulamenta o tempo de comercial (ou existia?). O que temos é 10% de programa, o restante é comercial. Onde estão os órgãos responsáveis pela fiscalização? Ou será preciso uma denuncia para que tomem providencias. Talvez os fiscais sejam cegos, surdos e mudos. Esse negócio de tomar providencia somente após denuncia, não pode chegar aos homicídios. Já pensou, a policia esperando o defunto dar queixa para iniciar as investigações!

Algo que não podemos deixar de falar. O ensino paulista (um dos piores do Brasil). A Secretaria da Educação soltou um jornalzinho para que os professores saibam o que ensinar. Olhei o de física e química que é do meu ramo. Os professores vão se preocupar em ensinar continhas com vírgulas, regrinhas de três, porcentagens, etc. Português obrigatoriamente irá ensinar a ler e escrever, entendendo o que lê. Isso é ótimo, apenas que o aluno sairá do ensino médio sabendo o mesmo que eu sabia quando sai do grupo escolar. O governo do Estado de São Paulo marcou dois dias de reunião nas escolas. Quem tem apenas duas ou três aulas por semana, deveria comparecer tendo uma jornada de 16 horas de serviço. Vai receber horas extras? Duvido. E a bagunça continua, marcaram o final do primeiro bimestre para uma data, mudaram, e até agora não definiram quando acaba. E, viva o ensino público paulista. Nem pai de santo dá jeito.


Abril, 2008

 

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